quinta-feira, 4 de maio de 2017

Zona de Fresnel e a Teoria dos Micro Setores

Hoje, os provedores de Internet via rádio precisam ser cada vez mais competitivos. A exigência dos clientes está aumentando, a concorrência está aumentando e a margem diminuindo. Por isso, eles devem ser rápidos e ágeis no atendimento, ao mesmo tempo que fogem do ruído para entregar a melhor banda. Como fazer isso acontecer?

Neste artigo vou tocar num ponto que não é novidade para os provedores mais experientes, tampouco para quem deseja empreender já tendo um conhecimento básico, mas é de fundamental importância para todos. De qualquer forma, compartilhando este conhecimento, espero ajudar até os mais antigos em alguns pontos.

A situação apresentada no subtítulo é solucionada com a Teoria dos Micro Setores, que são mini células de atendimentos, onde o POP (AP) se encontra no centro. Mas não são tão "mini" assim também. Vejamos na imagem abaixo:

Imagem ilustrativa da cidade de Salvador.

Salvador e os micro setores de provedores via rádio.
Como podemos ver na imagem, a cidade de Salvador tem diversas células de atendimento. Isso porque quanto menor e mais concentrado for o sinal naquele setor, melhor será a performance do setor como um todo.

Quando eu falei que as células não são tão pequenas, quis dizer que elas podem ter um raio de 3 km ou até mais, dependendo do ganho da antena no POP e da distância dos clientes, mas isso pode acarretar no nosso primeiro problema, que acontece bastante com provedores mais antigos e/ou que não possuem muito conhecimento técnico: Independente do ganho da antena, do ruído no local e da distância do assinante, ou seja, sem se preocupar com nada, estes provedores fazem enlaces multiponto longos demais e isso é muito prejudicial para todo o setor devido a Zona de Fresnel.

Primeiramente, vamos definir o que é o Fresnel: Podemos dizer que o raio de Fresnel é a elipse formada entre duas antenas e chamamos a primeira elipse de primeiro Fresnel, onde passam 95% dos sinais rádio elétricos. Um enlace 100% desobstruído significa que ele tem a zona de Fresnel livre de obstáculos.

Um dos diretores da Computech, Luciano Franz, foi muito feliz em realizar a analogia da imagem abaixo, que compara o Fresnel a uma bola de futebol americano, pois o formato de ambos é idêntico - uma elipse - lembrando que temos que imaginar a bola em 3D.

Imagem que compara a Zona de Fresnel com uma bola de futebol americano.
Se qualquer ponto do Fresnel estiver obstruído, seja por uma árvore ou um prédio, o sinal já não será o melhor. Com isso, devemos nos atentar a uma regrinha básica; Quanto maior a frequência da antena, menor será a Zona de Fresnel, consequentemente diminui a probabilidade de algum obstáculo interferir no enlace. Então não podemos nos preocupar somente com a visada em linha reta, é fundamental analisar toda o Fresnel antes de instalar as antenas.
  • Frequência alta = Fresnel estreito 😊
  • Frequência baixa = Fresnel largo 😟
Para finalizar, outro ponto importantíssimo de salientar é que, em qualquer enlace multiponto, o cliente com menor sinal prejudica toda a célula, logo todos os outros clientes. A Ubiquiti chama isso de weakest link, ou seja, "o sinal mais fraco". Este é um dos principais problemas que a Teoria dos Micro Setores tenta combater, pois montando setores pequenos, com o sinal concentrado e as Zonas de Fresnel desobstruídas, não haverá um cliente com "o sinal mais fraco" prejudicando o resto. Caso mesmo assim ainda haja um sinal ruim em algum dos assinantes, você tem duas opções: Infelizmente deixar de atendê-lo ou montar um novo micro setor mais próximo dele. Sempre devemos tentar optar pela segunda opção e partir para uma nova prospecção de clientes para a nova célula.

Vou deixar aqui dois vídeos do nosso canal no YouTube que falam um pouco mais sobre o assunto:
- Fresnel e a Teoria dos Microsetores

Boas instalações!

quarta-feira, 19 de abril de 2017

10 Fatos que você precisa saber para dominar tudo sobre Xwave Metro

Aprenda tudo sobre Xwave Metro e suas possibilidades!

Montar um provedor de Internet com o Xwave Metro ou começar a usá-lo apenas para teste é relativamente simples e muito mais barato que as outras tecnologias FTTx ou FTTH. Neste artigo, irei listar dez das principais características técnicas deste produto que vai mudar o seu ponto de vista sobre redes de fibra óptica.

1  Ponto inicial da rede:
Sempre indicamos montar a sua rede em forma de anel para ter uma redundância na alimentação, o que será discutido no item 6, mas no início do anel, ou seja, o equipamento que antecede o primeiro Xwave Metro deve ser uma Routerboard que estará ligada ao roteador de saída. Imprescindível ser uma RB com, pelo menos, 2 portas SFP.


O CCR da imagem não possui as duas portas SFP necessárias, mas serve como ilustração

2  Fibra ponto a ponto para interligar as caixas:
Todas as caixas são ligadas através de cabo óptico respeitando a capacidade máxima do módulo SFP. A ligação em fibra parte da RB e vai para a primeira caixa Metro, depois para a segunda e assim em diante, até voltar a RB (mais detalhes no item 6). Desta maneira, o varal não é elétrico e reduz as chances de sinistro. A chance de queima é a mesma de uma ONU.

O Xwave Metro conta com 2 portas SFP. A segunda porta envia o cabo para a próxima caixa.

3  Alimentação:
A alimentação do Xwave Metro é PoE reverso, ou seja, os clientes que irão energizar as caixas. Basta ter um assinante conectado que o sistema todo já irá funcionar. Neste item, a flexibilidade da tecnologia aparece: ela é compatível para fontes de 12v a 56v e não precisa necessariamente padronizar todos os clientes na mesma voltagem, porém recomendamos trabalhar com 24v ou 48v. Levando em conta que o atendimento até o cliente é por cabo UTP RJ45, devemos respeitar o limite da tecnologia, mais ou menos 100 metros de comprimento máximo.

Fonte PoE comum para alimentar o Xwave Metro.

4  Quais módulos SFP (GBIC) usar:
Um dos pontos fortes da tecnologia Metro Ethernet é ser flexível e, por isso, ela aceita a grande maioria dos pares de módulo SFP do mercado. Claro que você deve sempre respeitar a distância máxima de cada modelo.
Qualquer módulo SFP pode ser usado no Xwave Metro.

5  Módulos de energia removíveis:
Um dos pontos mais fortes do Xwave Metro são os módulos de energia destacáveis. Eles podem ser retirados do equipamento e substituídos por outros em casos de queima. Essa é uma característica muito interessante, porque atualmente o mercado não fornece equipamentos muito seguros quanto a descargas elétricas - se queimou, troca todo o produto - mas no Xwave Metro não. Caso aconteça algum sinistro, dificilmente o switch será atingido.

Nas áreas destacadas, os módulos de energia removíveis.

6  A rede em forma de anel:
Desde o lançamento do produto, recomendamos aos clientes projetar a rede em forma de anel, conforme imagem abaixo, para obter uma redundância na alimentação. Com isso, caso todos os clientes de uma caixa desliguem a fonte ou ela seja atingida por uma descarga elétrica, a energia continua passando pelo outro lado do anel. Obviamente, não é obrigatório montar a rede neste formato, mas é extramente útil e serve como uma segurança a mais no atendimento aos assinantes. Outra dica interessante é que não existe um número mínimo ou máximo: o anel pode ser realizado com 2 caixas, 10 caixas ou 20. Depende somente da demanda e cenário específico.

Desenho ilustrativo da rede no formato de anel para obter a redundância na alimentação. 





























7  As Portas SFP e o Xwave Metro de 8 portas:
Neste item vou apresentar o segundo modelo Xwave Metro desenvolvido pela Computech, que conta com um switch de 8 portas + 2 portas SFP. Ele é a cópia perfeita do modelo de 16 portas em termos de estética e design, mas com duas diferenças técnicas: o número de portas, obviamente e, todas elas são gigabit ethernet, não só as SFPs, como é no caso do switch de 16 portas.

As duas portas SFP do Xwave Metro são gigabit.

Xwave Metro 8 portas  + 2 portas SFP.

8  Não precisa de ONU, OLT, OTDR, etc.:
Como a tecnologia Metro Ethernet se diferencia das redes PON (Passive Optical Network), ela não necessita das ONUs, OLTs, OTDRs, Splitter e cia, tornando a rede muito mais barata e flexível para implementar. Você só vai precisar da fibra óptica para ligar as caixas, cabo de rede para atender os clientes e fontes. Um produto que a Computech tem vendido bastante é o roteador PoE out WI-R1 da Wi-Tek, mesma fabricante dos switches do Xwave Metro. Ele nada mais é que um roteador Wi-Fi comum, mas com dois diferenciais: serve como switch para alimentar qualquer outro equipamento no local e já alimenta a caixa Metro via PoE reverso.

O roteador WI-R1 é o produto indicado pela Computech para alimentar o Xwave Metro.

9  A porta PoE out e suas possibilidades:
Eu fiquei em dúvida de acrescentar este item no artigo, pois podemos criar todo um novo post só sobre ele, mas vou tentar ser sucinto agora, para que eu possa fazer isso no futuro. Vamos lá: em ambos os modelos do Xwave Metro há uma porta PoE out, que não foi pensada e desenvolvida para atender os clientes, mas para alimentar qualquer equipamento que complemente o seu atendimento. Por exemplo, eu mostro no item 10 a utilização dela para atender as esquinas da sua rede, mas ela também pode ser usada para energizar uma placa Wi-Fi e, assim, o assinante teria hotspot Wi-Fi no poste da sua rua (já imaginou? 😎) ou também pode ser ligada a um Xwave PAC Switch para adicionar mais algumas portas de atendimento no fim da rua ou do bairro, enfim as possiblidades são infinitas. A porta PoE out serve para atender qualquer equipamento, que irá tornar o diferencial do Xwave Metro Ethernet ainda maior.

10  Como fazer esquinas usando o Xwave Metro:
Nos eventos que a Computech participa e no atendimento do dia-a-dia, sou muitas vezes questionado sobre a possibilidade do Xwave Metro atender esquinas, onde teria a demanada de mais alguns assinantes e a resposta é sempre positiva, devido ao módulo conversor de mídia. Ligando o conversor de mídia na porta PoE out do switch (conforme a imagem), é possível disponibilizar mais uma porta SFP (😯) para atender as caixas normalmente com fibra óptica na rua daquela esquina.

Xwave Metro + Módulo Conversor de Mídia.
Estas são as 10 perguntas sobre o Xwave Metro mais frequentes feitas pelos clientes seja nos eventos que a Computech participa ou no atendimento comercial. Falando em eventos, aproveite para conhecer o produto pessoalmente no mês que vem. Estaremos dia 10/05/17 em Olinda no FutureISP e dia 31/05/17 em São Paulo na ABRINT.

Para finalizar, peço que conheçam e se inscrevam no canal do YouTube da Computech, onde tem diversos vídeos explicativos do Xwave Metro e muitos outros. Vou aproveitar para deixar o link de alguns aqui embaixo:


Boas instalações!

Ângulo TILT - Saiba a inclinação perfeita do seu AP

Aposto que alguns de vocês já "quebraram a cabeça" para posicionar a antena setorial na hora de instalar, correto? Não vai acontecer mais.

A Computech criou uma planilha simples para a medição do ângulo de inclinação das suas antenas setoriais de forma rápida e fácil. 

Basta preencher os campos solicitados com as informações do seu cenário, que a planilha irá mostrar se todos os seus clientes estão recebendo sinal do lóbulo principal.  A partir daí, faça os ajustes necessários para alcançar ainda mais clientes.

Boas instalações!



quinta-feira, 13 de abril de 2017

2 CASOS TÉCNICOS E PRÁTICOS FUNDAMENTAIS PARA INICIAR UM PROVEDOR VIA RÁDIO

Entenda algumas premissas básicas, mas fundamentais para iniciar o seu provedor de internet em uma leitura rápida e acessível. Boas práticas que tornarão o seu provedor poderoso.


Para começar então, duas dicas simples:

1. Faça a certificação UBNT mesmo se você não pretende utilizar produtos Ubiquiti. O conteúdo destas certificações é muito adequado e focado em acesso wireless e, mesmo se você goste mais de MikroTik por exemplo, faça o curso, pois você terá acesso à teorias e conceitos muito interessantes, vantajosos e produtivos.

2. Compre das empresas que se encontram no site dos fabricantes (MikroTik, UBNT, etc). Para aparecer nos sites oficiais, as empresas devem cumprir algumas exigências, o que gera credibilidade para as mesmas. A Computech se encontra listada no site das marcas mais utilizadas no mundo, porque sabe que é importantíssimo comercializar produtos oficiais e de qualidade. Não confie em distribuidores que vendem equipamentos de origem duvidosa.

CASO 1: Eu recebo o link no meu escritório e este é o meu primeiro POP. O que eu faço?


1. Utilize as antenas setoriais com 90º de abertura horizontal. você precisará de quatro unidades para cobrir a área em volta da sua torre (360º) e instale-as apontadas para onde estão os seus clientes. Claro que, se você não tiver assinantes em um lado da torre, não é necessário cobrir aquela área. O que irá indicar o número de assinantes para cada painel é a tecnologia do rádio.

2. As antenas devem ficar o mais afastadas possível entre si e em diagonal (imagem abaixo). Esta dica ajuda a minimizar a interferência que elas causam uma nas outras. Diariamente, eu recebo ligações de clientes perguntando qual é a distância mínima que uma antena deve estar da outra e a resposta é bem simples "Se a maior distância que você conseguiu foi 50 centímetros, que seja 50 centímetros. Se a maior distância possível for 2 metros, então que seja 2 metros."

Nesta torre foram instaladas duas antenas por setor para dobrar os clientes daquele micro setor.
3. Adicione proteção frente-costas nas suas antenas setoriais. Hoje em dia, quando você vai realizar uma enlace ponto a ponto, é extremamente indicado operar com antenas direcionais que possuem radome shield, correto? Então, por que não fazer o mesmo para as antenas setoriais? Claro que você não vai colocar um painel dentro de um radome, estou falando do Xwave MultiShield, que não funciona da mesma maneira do radome, mas a ideia é a mesma: proteção contra interferência.
O MultiShield é uma peça de inox marítimo acoplada à parte traseira do painel para melhorar a relação frente-costas, ou seja, a relação da energia transmitida para frente com a propagada para trás que não nos interessa e nos prejudica. Na prática, ele diminui drasticamente o ruído que uma antena causa nas outras antenas da sua torre. Lembrando que 90% da interferência da sua torre é causada pelas suas próprias operações.

Ilustração da diferença do ruído com o uso do Xwave MultiShield.
4. Não utilize antenas omnidirecionais quando não existe a possibilidade ou a intenção de aumentar o número de assinantes daquele setor. Normalmente, o seu ponto de acesso será localizado em uma região densa com oportunidades diárias de prospecção de clientes e é aí que a omni deixa de ser útil, ela não oferece a escalabilidade necessária para a aquisição de novos clientes. Chegará num ponto onde ela vai saturar o número de conexões (que não são muitas, em torno de 40 clientes) e, instalando outra antena omni no local, gerará uma bagunça gigantesca e uma fábrica de interferência. Vai acontecer que, do dia para noite, você terá que trocar a omni por antenas setoriais e nem preciso comentar o quanto isto será desgastante para o provedor.
Em comunidades rurais com poucas casas há muitos anos, com poucos clientes, com baixa demanda de internet e baixo ruído ainda pode servir de cenário para antenas omnidirecionais.

CASO 2: Eu recebo o link no meu escritório, mas o meu POP está distante. O que fazer?


1. Estabeleça um enlace ponto a ponto entre o seu escritório e o POP. Para tal, três informações são extremamente necessárias: Visada, distância do enlace e quantidade de banda que você deseja passar no enlace.

○ Visada: Qualquer sistema via rádio, seja multiponto ou ponto a ponto, não funciona caso as antenas não se "enxergam". O que isso significa? Se tiver um prédio ou até mesmo um árvore entre a antena setorial e a casa do seu cliente, não será possível atendê-lo e o mesmo vale para enlaces ponto a ponto. Dica; Algumas árvores ainda estão em fase de crescimento e podem obstruir a visada a medida que crescem ao longo do tempo.

○ Distância do enlace: Este é o principal fator para determinar qual antena utilizar. Na Computech, trabalhamos com antenas direcionais com 28 dBi, 31 dBi e 34 dBi de ganho e esta informação técnica que indica a distância máxima que ela pode atender, para entregar a performance máxima do rádio.

Antenas de 28 dBi: Até 10 quilômetros.
Antenas de 30 dBi: Até 30 quilômetros.
Antenas de 34 dBi: Até 50 quilômetros.

Porém, independente da distância, quanto maior for o ganho da antena, melhor será a performance do seu enlace PTP. Não é um exagero utilizar a antena de 34 dBi para ligar a matriz de uma empresa com a filial do outro lado da rua, caso seja necessário uma alta performance de transmissão de dados, por exemplo.

○ Banda necessária: O que determina a banda que trafegará no seu enlace é a tecnologia do rádio. Atualmente, as tecnologias mais usadas são SISO, MIMO e AC.

Rádios SISO: Passam até 30 Mbps em condições ideais de ambiente.
Rádios MIMO: Passam até 90 Mbps em condições ideais de ambiente.
Rádios AC: Passam até 120 Mbps em condições ideais de ambiente.

Enlace ponto a ponto ilustrando a visada e a zona de Fresnel.
Espero que com essas informações, você já comece a entender o funcionamento de um provedor de internet via rádio, tecnicamente falando. Existem muito mais informações, teorias, detalhes e conceitos que é necessário conhecer para entendimento completo e será tratado nos próximos posts.

Boas instalações!
__________________________________________________________________________

Para ajudar, vou indicar algumas empresas que podem auxiliar neste caminho:

Sistemas de gestão:



Cache e DNS:



Consultoria para licença ANATEL:



sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Quero Montar um Provedor via Rádio

Olá!

Montar um Provedor de Acesso à Internet via Rádio, do ponto de vista dos equipamentos necessários à rede de rádio, é uma tarefa relativamente simples.

Você precisa de antenas, de preferência painéis setoriais, e rádios para distribuir o acesso na região, e dos equipamentos que irão nos clientes.


Primeiramente recomendo que assista a este vídeo. Nele você obterá as informações básicas para seu início: https://goo.gl/4xbbFX


Sobre quantidade de clientes recomendados em cada setor (rádio + antena 90º) leia esse post: http://goo.gl/t4YNDg

Recomendamos que utilize, no primeiro momento, equipamentos da Ubiquiti que são mais fáceis de gerenciar e tem um ótimo desempenho.

Para seu ponto de acesso, para clientes até 3 km, utilize o nosso SuperPOP.

Trata-se de antena painel setorial com abertura de 90º já com rádio instalado dentro dela. Você precisará de 4 unidades para cobrir 360º em torno do seu ponto de acesso:








Xwave SuperPOP MIMO 5 GHz - Rocket M5 com MultiShield
Xwave SuperPOP MIMO 5 GHz - Rocket M5 com MultiShield
Do lado do cliente você deve usar:

Até 1 km: Nano Station Loco M5
Até 2 km: Nano Station M5
Até 3 km: PowerBeam M5 300